quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

My Job!!

Publicitário não come, degusta o produto.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brain storm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia, se inspira.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não falece, apenas seu ciclo de vida chegou ao fim.

domingo, 26 de julho de 2009

Quem são as Malenas?


Um dia desses assisti novamente um lindo filme de Giuseppe Tornatore, tal filme trouxe a tona em minha mente uma questão interessante, esta produção chama-se Malena. Uma coclusão que eu cheguei foi:como nós seres humanos somos horríveis.É sério, antes de me chamarem de hipócrita ou clichê parem pra pensar, o filme conta a história de uma mulher que tem sua vida destruida pela inveja e pelos julgamentos alheios.

Malena era uma mulher bonita(intepretada pela igualmente estonteante Monica Bellucci),que assim como qualquer mulher gostava de ser admirada,acabando por despertar a atenção e cobiça dos homens da cidade e(lógico) a inveja das mulheres, tais pessoas em sua maioria bem inferiores no que diz respeito à dignidade e beleza (tanto física quanto moral). A trama se passa pelos olhos de Renato, um garoto que, em seu período de puberdade vê em Malena todas suas fantasias e é o único que conhece as verdadeiras situações envolvendo sua musa, pois a maioria das coisas ditas em relação à Malena são comentários maldosos feitos por homens que sabem que não chegarão nem perto de ter com a moça, algo além de contato visual e por mulheres beatas e invejosas que por sua vez também tem conhecimento que Malena está além de todas elas. Os boatos vão destruindo aos poucos a vida de malena através de ritual perversamente sádico até ela ser obrigada a chegar ao nível que acham que ela tem, uma puta.

As pessoas as vezes bem próximas a gente não sabem fazer nada além de julgar as outras, guiadas por uma moralismo ou linha de conduta que nem mesmo esses indvíduos seguem mas querem que os outros cumpram e uma coisa que eu acho mais impressionante é:Porque quando se assiste a um filme como este ou como qualquer outro sempre nos colocamos no lugar dos mocinhos nunca dos vilões? Porque sempre queremos ser Malenas se muitas vezes agimos como as beatas frustradas e feias?

Todos se põe no lugar de Malena pois precisam ostentar uma imagem perante os outros e se convencer que realmente são boas pois Malena é só uma máscara que nós seres humanos adoramos usar pra nos sentir bem, quando na verdade em nosso interior não passamos de beatas feias ou homens feios e frustrados sexualmente, em momento algum estou dizendo não existam pessoas boas, visto que existem muitas, mas elas em sua grande maioria são as pessoas julgadas, simplesmente por terem uma visão diferente do mundo, serem realmente pessoas únicas não aquelas que se acham únicas mas na verdade só são uma repetição de seus exemplos abrindo mão de achar a felicidade por si só acreditando na fórmula pré estabelecida imposta pelo mundo "civilizado" julgando e invejando que não é tão alienado quanto eles, trazendo a tona sentimentos como o desdém e o despeito ambos tão detrutivos como as bombas jogadas em determinada cena do filme, só que essa e face mais grotesca que temos e aliviamos toda a hipocrisia das beatas feias enscondidas em nós nos travestindo de Malenas e a outra face, usamos sem perceber quando criticamos, julgamos e colocamos defeitos em outras pessoas simplesmente por não serem como nós ou por serem melhores que nós. Afinal, quem de voces seguindo uma auto-análise sincera se viu como um ser humano o horrível? Garanto que poucos. Mas quem se viu como um ser humano digno e trasnferiu essa extrema imperfeição pra alguém próximo ou não? Garanto que a maioria.
Pense nisso...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Falou Michael!!!


É com grande pesar que venho aqui me despedir de Michael Jackson, eu sei que muitos de voces devem estar achando a maior babaquice do mundo um negão de quase 100 kilos e mais de 20 anos, vim aqui neste "lugar" chamado internet pra se despedir de um viado, pedófilo e excêntrico. Por enquanto guardem suas pedras por favor. Eu escrevo aqui pois eu posso dizer que Jackson foi importante na minha infância, pois quem conhece bem sabe que eu não consigo ser fã e de fato não sou fã do nosso referido elemento, mas quando tive contato a primeira vez com um vídeo do cantor/compositor/produtor, eu achei de mais, me perguntava como ele fazia aquilo, eu tentei durante um bom tempo em minha vida imitar o que ele fazia mas nunca obtive sucesso, em síntese eu de certa forma queria ser igual á ele, mas a questão não é essa.Quero dizer é que Michael com um ágil e complexo movimento nos pés ou com um simples giro monumental nos fazia transceder a realidade e esquecer o mundo em volta, ou seja Michael nos fazia sonhar e isso é muita coisa vindo de uma pessoa talentosa, rica, solitária e infeliz. Tão ecravo das circunstâncias que acabou se tornando uma caricatura de si mesmo.
Valew Michael,
Vai com Deus cara!!! :(

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Odisséia do amadurecer


Para iniciar a atividade de forma clara primeiramente deixarei bem explícito que tal análise é dada utilizando somente como objeto de observação a produção cinematográfica do ano de 1939 intitulada “O mágico de Oz”, não levando em consideração a obra literária que originou o filme, nem suas possíveis continuações ou qualquer outra obra com referência direta ou indireta sobre o universo contido em tal produção. A análise está sendo feita única e exclusivamente relação ao filme e seu conteúdo simbólico e nada mais.

A verdadeira odisséia enfrentada pela protagonista Dorothy interpretada por Judy Garland através de um mundo fantástico chamado Oz, pode ser vista por nós espectadores como uma jornada pelo amadurecer que em algumas ocasiões a vida nos proporciona. Todos as emoções e perigos as quais Dorothy é exposta no decorrer do filme tem uma clara referência ao que acontece a mim e a você leitor no decorrer de nossa vida que muitas vezes nos ajuda outras nem tanto mas no mínimo, são coisas que nos fazem enxergar o mundo de outra forma.

Claro que dentre muitas vertentes analíticas que obra pode ter principalmente por uma certa polêmica com uma banda famosa nos anos setenta chamada Pink Floyd e seu álbum “The dark side of the moon” escolhemos por uma linha de análise bem mais íntima e pessoal ( sem trocadilhos com o filme estrelado por Robert Redford) e partimos do vértice analítico de que a jornada de Dorothy no mundo de Oz nada mais é que uma jornada que nós também enfrentamos em nossa humilde existência para chegarmos a um ponto crucial para encararmos a vida chamado de: Maturidade.

Começando de fato nossa análise eu abordo primeiramente um ponto que é um dos marcos do filme, é a canção “Somewhere over the raimbow” talvez o principal ícone do filme que em sua tradução literal para o nosso humilde e subdesenvolvido idioma significa “Algum lugar além do arco-íris”. Ora caro leitor, perceba que nossa fofa protagonista com sua voz suave e afinada expressa para nós que sonha com um lugar em que seus problemas não existam, em que seus defeitos não incomodem , um lugar no qual encontre harmonia com tudo e com todos, um mundo em que sua inocência não atrapalhasse tanto sua vida nem que irritasse as pessoas que ela ama, da mesma forma que nós no ápice de nossa rebeldia e de nossa ingênua arrogância, fantasiamos um mundo em que podemos ser jovens, bonitos, brilhantes e queridos por todos pro toda a eternidade numa fonte ilusória de uma juventude infinita porém perigosa, pois afinal responda-me leitor: Não é isso que é ser jovem, acreditar que é eterno?
E assim como muitos de nós Dorothy sai de casa em busca de sua utopia mal começa seu trajeto e encontra um trailer de um vidente charlatão que atende pelo nome de professor Marvel(comentarei com mais detalhes posteriormente) o qual por meio de sua supostamente poderosa bola de cristal enxerga a morte da tia de nossa amada protagonista em função do sofrimento causado pela ida de sua sobrinha, Dorothy então desespera-se e volta correndo pra casa e partir daí ela ainda não sabe mas sua vida vai mudar.

O elemento de análise seguinte é o barulhento e confuso tornado(ou ciclone) como já citado anteriormente, Marvel. Nas proximidades de sua casa nossa heroína após tentar sair de casa resolve voltar em função das falsas previsões do charlatão Dorothy avista o tal monstro meteorológico e adentra desesperadamente sua casa na ilusão de achar alguém mas quando entra em seu quarto é atingida na cabeça pela janela que o vento forte arremessou, desacordando Dorothy e quando retoma a consciência ela olha pela janela vê cenas como sua tia e os empregados da fazenda voando do lado de fora no olho do tornado, mas a visão que mais assusta a menina é a da Srta. Gulch(já, já falo dela!) que de intrépida senhora em sua bicicleta transforma-se em uma bruxa horrível planando em sua vassoura até perder altitude e sua casa cair no chão.
Bem por onde posso começar análise de nosso lindo tornado? Eu acho talvez que todos que me lêem agora com certeza já ouviram falar de uma expressão bem comum que é: Depois da tempestade vem a Bonanza.
Pois bem partido do pressuposto de que todos os meus leitores conhecem o significado de tal expressão idiomática bem popular começo de fato minha análise. Primeiramente vejamos, Dorothy queria sair de casa e achar uma lugar no qual se sentisse bem quista e sem problemas, assim como todos nós um dia pensamos, então pergunte-se leitor: O que muitas vezes nos faz aprender coisas?
Problemas, é isso que nos faz adquirir experiência na vida, é isso que nos faz humanos. Algumas vezes temos tantos problemas que nos sentimos espectadores de nossas próprias vidas, tão escravos das circunstâncias que sentimos que não podemos fazer nada além de olhar nossas vidas pela janela sendo levadas pelo tempo, ou seja o tornado nada mais é que: Nossas crises, nossa overdose de problemas que não são nada mais que nosso primeiro passo para o amadurecimento.

Ainda no embalo do nosso querido amigo ventilado,temos outro elemento bastante significativo para nossa análise, as bruxas más, comecemos então pela Bruxa do Leste que a princípio vive no Kansas bem próximo de nossa heroína, aliás a primeira vez em que nossa heroína é avistada durante a película é fugindo da tal bruxa que neste mundo atende pelo nome de Srta. Gulch. Esta tal senhorita por sua vez vem à fazenda onde mora Dorothy com intuito de fazer uma reclamação por ter levado uma mordida de Totó, a aparência de velha ranzinza é substituída pela imagem tradicional de bruxa com direito a vassoura e gritos “aterrorizantes” durante o turbilhão de problemas pelo qual Dorothy passa, ou seja as bruxas simbolizam nossos medos, nossos principais temores que por mais que não sejam grandes coisas nos parecem bem piores quando se passa por uma má fase, onde os problemas se chegam como tornados e por mais que nossa situação melhore eles nunca vão deixar de nos perseguir, eles só vão mudar de aparência mas vão continuar os mesmos ou seja nós podemos matar a Bruxa má do Leste mas sua irmã a Bruxa má do Oeste sempre vai voltar para nos perseguir tudo que temos a fazer é saber enfrenta - la de frente sem desanimar e ter fé de que na vida tudo passa mas que problemas não deixam de existir nem em um mundo perfeito e colorido como a Terra de Oz.

Antes de um prosseguimento mais aprofundado eu gostaria de comentar de forma bem sucinta e rápida assim como nosso personagem este é o nosso grande Totó este esperto cachorrinho acompanha a protagonista ao longo de toda sua jornada pelo mundo encantado. O significado que o cãozinho apresenta é tão pequeno quanto seu tamanho mas tão expressivo quanto sua coragem. Notem que durante todo o filme a única coisa que liga concretamente Dorothy ao Kansas é Totó sendo ele o apoio moral à protagonista e isso no campo simbólico qual estamos utilizando para fazer nossa análise dentre os problemas a processos naturais pelos quais passamos no caminho da maturidade, Totó simboliza nossos ideais, conceitos e até sonhos que são quem nos deve nortear nessa difícil fase, para nunca perdermos nosso foco e muito menos desistir de nossos sonhos.

Dorothy ao cair na terra de Oz percebe um mundo colorido bem diferente do mundo em que vivera, ou seja parece que ela finalmente chegou onde queria, o mundo todo florido como sempre sonhou, nota que sua casa caiu por sobre a Bruxa ou seja o que simbolicamente significa que seus problemas foram finalmente superados e por fim parece ter encontrado à felicidade que não dura muito tempo, ao sentir-se desolada num mundo estranho Dorothy sente-se desolada, consultando a Bruxa Boa do Norte ela descobre que a única maneira de voltar pra casa e ver sua família de novo é ir ao encontro do Grande Mágico de Oz seguindo a estrada de tijolos amarelos que é o próximo fator a ser analisado.

A estrada de tijolos amarelos nada mais o nosso processo de vivência durante o amadurecer é o que teoricamente nos leva a vida ideal que nós tanto almejamos, é nela que a protagonista tem maior parte de suas experiências que são importantes para seu processo de amadurecimento.

A protagonista começa então a jornada ao seu desejo encontrando elementos que são essenciais para o resto da vida, assim como encontramos pessoas que nos são marcantes para nós por terem de certa forma contribuído para nossa existência. A primeira figura que Dorothy encontra é o Espantalho que precisa de um cérebro para assumir o controle da própria vida e não mais ficar exposto no milharal espantando corvos, logo em seguida encontra enferrujado o Homem de Lata que precisa de um coração para sentir todas as sensações que o mundo á sua tem volta pode oferecer desde a emoção de olhar uma flor até sentir o fogo de uma paixão seja ela verdadeira ou efêmera e por último o Leão Covarde que por sua vez quer coragem para recuperar todo seu respeito, perdido há tempos.
De certo ponto de vista figuras como estas todos nós encontramos pela vida e que de certa forma nos fazem amadurecer e nós tiramos um pouco de cada um de desses sentimentos e levamos para o resto de nossas vidas, são pessoas que nos dão coragem, nos fazem pensar e principalmente nos fazem amar. Juntos estes e Dorothy seguem a caminho da Cidade das Esmeraldas, mas isso é pra mais tarde...

A chegada na Cidade das Esmeraldas é marcada por uma interessante lingüística ex pressa no diálogo entre Dorothy e porteiro da cidade quando a menina diz que deseja ver o Grande Oz e o porteiro responde que ninguém nuca vê o Grande Oz, então ela complementa com outra pergunta pois se ninguém nunca vê o mago como sabem que ele existe?
É esta pergunta que define bastante a idéia da Cidade das Esmeraldas pois nada mais é que uma realidade construída onde tudo é perfeito é o nosso conceito de vida ideal tão propagada nas ideologias através nos meios de comunicação em novelas propagandas etc. Nós quando realizamos um sonho temos a impressão que aí por diante nada mais vai dar errado em nossas vida, mas com o tempo percebemos que não é bem por aí que a banda toca, e nossa Cidade das Esmeraldas desmorona em pedaços tão pequenos que acabam por escorrer pelas mãos num penoso processo de desilusão que por incrível que pareça nos é importante para viver.
O nosso último ponto a ser a analisado é o nosso personagem título o Mágico de Oz, este personagem é o mais interessante a ser analisado primeiramente por seu alter-ego, um andarilho que não passa de um feiticeiro charlatão e atende pelo nome de Professor Marvel, este mesmo aquele que faz uma “previsão” sobre a morte de Tia Em e este o papel dele durante o restante do filme, o de construtor de realidade um verdadeiro ilusionista este é o Grande Oz, um charlatão.
Apesar de ser uma farsa o mago tem dois lados, o primeiro eles estaria próximo ao que nós conhecemos como propaganda que é algo que nos diz o que supostamente é preciso pra ser feliz geralmente ligado a um produto, mas, quando conseguimos o que nos prometem, mudam de idéia e dizem que a felicidade esta em outras coisas, em síntese é tudo uma ilusão inescrupulosa, que nos promete a felicidade mas nunca nos dá. É o que acontece quando Dorothy e seus amigos vão fazer seus pedidos ao mágico e este pede a vassoura da bruxa má, por um lado isto pode ser visto como uma boa coisa pois deixa aquela idéia no ar de que, para conseguir o que se quer é preciso enfrentar nossos medos de frente. Quando voltam com o artefato pedido por Oz este tenta negar os pedidos e acaba sendo desmascarado, e acaba por dar algo para eles um diploma para o Espantalho que se sente mais inteligente a partir daí, o Homem de Lata recebe um relógio em forma de coração e passa a se sentir mais sensível e o Leão Covarde com sua medalha de coragem sentir mais corajoso. Em síntese ele apenas substituiu uma ilusão por outra visto que o se sentimentos sempre estiveram dentro dos personagens que os queriam, só precisaram de uma forcinha mais pra achar dentro de si próprios, assim com Dorothy também sente-se desolada quando o balão parte para o Kansas sem ela é quando a Bruxa Boa lhe diz que é só bater os sapatos de rubi e centrar o pensamento que votaria pra casa , ou seja realizar o que ela queria estava todo tempo a seu alcance, mas ela precisava de uma vivência para descobrir que: Não há nada melhor que nosso lar.
O que se pode aprender com Dorothy e sua jornada é o que acontece quando nós nos consideramos experientes, vivemos de tudo, conhecemos muitas pessoas, choramos e sorrimos para chegar á conclusão que: Ser feliz não é ter uma perfeita e sim saber tirar a perfeição de cada momento seja ele bom ou ruim, não precisamos procurar coisas novas só precisamos aprender a olhar as coisas de outra forma, isso é amadurecer.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

I'm back!!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Diretamente de o "Túmulo Vazio" de Robert Wise

“É através do erro que o homem se levanta. É através da tragédia que ele aprende. Todos os caminhos do aprendizado começam na escuridão e se dirigem para a luz.” Hipócrates de Cós

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Poe

"Profeta, ou o que quer que sejas!
Ave ou demônio que negrejas!
Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno
Onde reside o mal eterno,
Ou simplesmente náufrago escapado
Venhas do temporal que te há lançado
Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo
Tem os seus lares triunfais,
Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
(Trecho do poema "O Corvo", traduzido por Machado de Assis)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

De volta, De Branco!!!!

Bem galera é qcom muito prazer que vos desejo um ótimo ano novo ainda que tardio,porém de coração queria dizer a vcs que estou com planos pra 2009(assim como qualquer pessoa "normal") dentre eles prentendo me dedicar à vida que mais amo o cinema e a literatura se der quem sabe escrevo um conto especialmente pra vcs. Abraços ateh mais...